Eu acho tão triste que uma mulher tão extraordinária tenha vivido tão pouco, mas aparentemente é o que acontece com a maioria das pessoas incríveis (ou seja, preparem seus coraçõezinhos porque minha hora tá chegando /sqn ). E eu fico TÃO puta, mas TÃO puta com as opiniões machistas (e recalcadas, no caso de algumas mulheres) sobre ela: "Ah, era uma safada que dava pra todo mundo", "Uma loira burra igual às personagens dela", "Só servia pra ser bonita"...
Só lamento pelas pessoas que pensam assim. Posso não ter vivido nessa época, mas pelo pouco que procurei saber sobre ela, era uma daquelas pessoas que já nascem predestinadas a brilhar, que possuem aquela aura cheia de luz que ninguém consegue deixar passar. E pensa como é ter uma infância conturbada, estar à frente de seu tempo numa sociedade incrivelmente machista, ter pessoas querendo controlar sua imagem e os trabalhos que você faz, não saber se os milhões de caras que a cortejam a amam de verdade ou só a querem por ser a mulher mais linda do mundo, se empenhar para se desenvolver como atriz sendo que a equipe não se importava com a "atriz" e sim com a "estrela", fazendo com que ninguém a leve a sério... e por aí vai. Ela foi guerreira, um símbolo; pode parecer impossível que alguém tão linda e talentosa fosse tão deprimida e insegura, mas com uma vida dessas, por favor, né.
Chega, desabafei, bora pro meu cotidiano mundano:
Volta às aulas: Hmm, vamos ver o que rolou de produtivo nesse retorno... Ah, sim!Enquanto pessoas normais vinham me cumprimentar com um abraço, Adriano chegou apertando meu peito e dizendo "Deixa eu ver se tá igual" (HAHA, mereço).
Logo no alongamento percebi quão podre meu corpo estava (férias são essa desgraça mesmo), depois Adriano sugeriu um exercício super supimpa (SIM, eu uso gírias da época do guaraná de rolha, pra quem está me conhecendo agora) que resultou numa ceninha em duplas/trio (Thaís me deu altas bofetadas, mas foi divertido).
O ápice foi quando a professora dividiu a sala em dois grupos e cada grupo deveria fazer uma cena SEM fala dos momentos mais importantes da nossa semana extra de ensaio em julho. Pude reviver minha Maria Josefa no cio com o Adriano, mas a MELHOR parte foi quando resolvemos incluir a experimentação musical, com direito à Monique fazendo o namorado da Fernanda assistindo e olhando no relógio toda hora, Rafa fazendo a Isabely tentando ajudar a Estela (interpretada pelo Adriano, inclusive) a bater no tambor na hora certa e eu tocando a sanfona. Aí, você, querido leitor, para e pensa: tá, qual é a graça da retardada tocando sanfona? É que como era uma sanfona imaginária, Rafa sugeriu que eu tocasse na barriga, mas eu fui além: transformei meus peitos em sanfona, BEIJOS.
Professora até se despediu de mim com um "Tchau, mulherão" =x
Inferno astral: siiiim, eu comecei a acreditar nessas porras quando percebi que meu mês de agosto sempre é o pior do ano (só ano passado que o bagulho deu uma invertida e eu comecei a me foder DEPOIS do meu aniversário, em setembro, mas, enfim, não morri em nenhum dos acidentes daquele mês, se tivessem sido em agosto, aposto que teria morrido). Aí, na madrugada anterior, em minha maratona de filmes, acabei revendo Remember Me (puta pecado o Rob e a Em terem que camuflar seus sotaques deliciosos fazendo papel de americanos. Aliás, desde sua primeira aparição em OUAT, o sotaque da Emilie vem se tornando minha obsessão de vida, PRECISO conseguir falar como ela, Senhor, me dê esse presente de aniversário - já que o que o Senhor me deu ano passado foi um supercílio aberto e, alguns dias depois, um atropelamento ;x ) e percebi que nesse filme rola uma maldição de morrer aos 22, OU SEJA: como só faço 23 dia 1º de setembro, ainda tenho 27 dias pra ficar de cu na mão, porque, conhecendo a sorte que eu tenho, não dá pra descartar nenhuma possibilidade, nem a de um piano cair sobre minha cabeça. Enfim, acho que vou me benzer, porque, né, já tô precisando faz tempo, nessa época então...
Enfim, acho que é só, não aguento mais essa alça torta do óculos me incomodando, não consigo pensar.
Besitos ;*


Hoje no Brás vi uma blusa da Marilyn e a sobrinha do meu pai olhou de longe e pensou que era da Madonna, huahauhauahu, pior que tava muito parecida mesmo. Fizeram um efeito muito lindo na foto, dava pra confundir de longe.
ResponderExcluirVolta às aulas, affff, a minha vai ser a mesma merda: todo mundo se abraça e volta pra merda de vida universitária. E agora entendi melhor por que vc odeia Agosto. Bom, Julho só fica ruim pra mim no final, por que eu fico pensando que as férias estão acabando e eu vou ter que voltar pra rotina universitária de novo.
Vou indo, beijo.
Amo, amo a diva Marilyn, linda! *-*
ResponderExcluirCara, volta às aulas é tenso (até pra mim que não estudo pq o trânsito fica uma bosta e tem uma escolinha de inglês do lado do trampo, ou seja, kids gritando o dia todo), mas good luck!
Amei o blog!
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